Presidente polonês assina ‘Lei Tusk’ contra influência russa indevida

VARSÓVIA, 29 Mai (Reuters) – O presidente da Polônia disse nesta segunda-feira que o partido de oposição Plataforma Cívica (PO) assinará um projeto de lei permitindo que um comitê investigue se a Rússia permitiu que o país se tornasse indevidamente dependente. combustível enquanto estiver no poder.

O liberal PO, no governo de 2007 a 2015, rejeita as reivindicações e diz que visa destruir o apoio a seu líder e ex-primeiro-ministro, Donald Tusk, antes das eleições marcadas para outubro ou novembro.

O presidente Andrej Duta disse que estava assinando o projeto de lei porque acreditava que “entraria em vigor”, mas também disse que pediria ao Tribunal Constitucional que examinasse as críticas de que era inconstitucional.

O projeto criaria uma comissão de inquérito que poderia emitir um relatório inicial em setembro. Figuras da oposição o apelidaram de Lex Tusk, usando a palavra latina para lei.

“Em um país democrático normal, alguém que é o presidente desse país não assinaria uma lei tão stalinista”, disse o parlamentar do PO Marcin Gierwinski à emissora privada TVN 24.

A comissão parlamentar investigará o período 2007-2022 e tem o poder de proibir aqueles que agiram sob influência russa de receber autorizações de segurança ou servir em cargos em que sejam responsáveis ​​por fundos públicos por 10 anos. Escritório.

Mesmo antes do início da guerra da Rússia contra a Ucrânia, em fevereiro do ano passado, a dependência da Polônia do combustível russo diminuiu constantemente.

A construção de um terminal de importação de gás natural liquefeito (GNL) para permitir importações de gás não russo começou durante o mandato de Tusk.

Durante o mandato de Tusk, a Polônia assinou um acordo com a Gazprom da Rússia em 2010, observa a justificativa oficial do projeto de lei.

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A principal refinaria estatal PKN Orlen ( PKN.WA ) disse no mês passado que usaria combustível russo em suas refinarias tchecas após rescindir seu contrato com a russa Tatneft em fevereiro.

Reportagem de Alan Charlish, Anna Wlodarczak-Czemchuk, Anna Gober e Marek Strelecki; Edição por Robert Birzel e Barbara Lewis

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