Na manhã do último dia 25 aconteceu a “Palestra Magna”, ministrada por Osmar Della Valentina, Presidente do Grupo Gazin, dirigida aos mais de 8 mil funcionários de todo o Brasil. O evento foi transmitido ao vivo pela TV aberta com apresentação dos resultados de 2018, um lucro de R$ 285 milhões. O gestor deu as direções estratégicas que nortearão os negócios de 2019, colocando as pessoas no centro da operação sendo elas clientes, funcionários, fornecedores, acionistas e comunidade.

Falou sobre o otimismo da empresa em relação a economia diante de um novo cenário político, o que impacta diretamente no aumento do consumo do brasileiro e capacidade de empregabilidade das organizações. Apresentou as diretrizes que conduzirão a Gazin nesta jornada, onde a principal é o “Cliente em 1º Lugar” e os gestores de cada área de negócio fizeram um compromisso público com os clientes em canal de TV aberto.

Della Valentina também discorreu sobre os fatores comportamentais que construíram a empresa e a manterão em crescente no mercado competitivo, entre eles a adaptabilidade às mudanças, coragem para tomada de decisões, simplicidade para inovar, produtividade para produzir cada vez mais e melhor atentos as metas orçamentárias e humildade nas relações entre as equipes, priorizando a integração das áreas e o diálogo.

O momento mais aguardado pelos funcionários foi o anúncio da PLR (Participação do Lucro e Resultados), o “14º salário”, a empresa excedeu a porcentagem proposta inicialmente de 5% e no geral partilhará mais de R$15.746.180 reais com os funcionários que atendem as normas e regras do benefício, o que significa R$ 2.510,53 para cada um. Esta é uma ação que dá sentido à prática de transparência da empresa em comunicar e celebrar com os funcionários mês a mês os resultados conquistados coletivamente pelo Grupo Gazin, validando a visão do presidente de que “sozinhos vamos mais rápido, mas juntos vamos mais longe”.

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Adolescente Maria Eduarda, de 14 anos, moradora de Pontal do Araguaia (512 km da Capital), foi encaminhada em estado grave para o Pronto-Socorro de Cuiabá para dar continuidade ao tratamento de uma grave bactéria na boca, supostamente, contraída durante o consumo de tereré (bebida gelada a base de erva-mate) com amigos.

Quando surgiram as primeiras complicações, adolescente ficou internada durante 15 dias em hospitais de Aragarças (Goiás) e Barra do Garças. Porém, na noite de quarta-feira (16), a família decidiu transferir a menina de hospital por meio de UTI aérea .

“Os rins começaram a paralisar e estava afetando outros órgãos. Diante disso, decidimos transferi-la para o hospital em Cuiabá, que tem mais condições de atendimento”, destacou Glaubia Silvia, tia da garota.

Ela contou ainda que a sobrinha contraiu a infeção logo após o Natal, em 25 de dezembro passado. A boca dela ficou inchada, cheia de feridas e mal conseguia tomar água. “Ficou a coisa mais esquisita”, completou Glaubia.

A tia revelou que a menina passou por sete médicos que não souberam diagnosticar de que forma a bactéria foi contraída. Foi apenas no oitavo profissional que surgiu a suspeita de que Eduarda tenha sido infectada por meio da bomba que é usada para beber tereré.

De acordo com Glaubia, novos exames vão apontar que tipo de bactéria atingiu a adolescente.

Os familiares também promovem uma festa na Feira Coberta do Pontal do Araguaia, com o objetivo de arrecadar fundos para custear o tratamento de Eduarda. O evento ocorre na noite desta sexta-feira (18), às 20h.

Perigo

Apesar de ser pouco divulgado, médicos alertam sobre a possibilidade de contágios de doenças como herpes e mononucleose infecciosa que podem ser transmitidas pela bomba compartilhada, por isso, a orientação é que cada um tenha a sua.

Mononucleose também é conhecida como a doença do beijo, uma infecção causada pelo vírus Epstein-Barr, transmitido através da saliva, que provoca sintomas como febre alta, dor e inflamação da garganta, placas esbranquiçadas na garganta e ínguas no pescoço.

A Segunda Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) manteve decisão de Primeira Instância que condenou uma fabricante de veículo automotor e uma concessionária autorizada ao pagamento de R$ 10 mil, a título de danos morais, e R$ 2.640 mil, por danos materiais, pela falha na prestação de serviço na manutenção de um carro comprado por um consumidor. O veículo apresentou problemas mecânicos com menos de mil quilômetros, ou seja, ainda na garantia.

O caso aconteceu na cidade de Mirassol d'Oeste (300km a oeste de Cuiabá), quando um consumidor adquiriu o veículo Gol zero quilômetro e antes do mesmo completar mil quilômetros de rodagem veio a apresentar problemas mecânicos consistente na dilatação do bloco do motor, sendo necessária a troca de referido bloco, com autorização da fabricante.

Consta nos autos ainda que o proprietário do veículo efetuou a troca do veículo Gol por um Vectra, contudo, o negócio foi desfeito porque o comprador do Gol não conseguiu efetuar a transferência do veículo, já que não havia número no bloco do motor. O proprietário relata que entrou em contato diversas vezes com a fabricante para a regularização do veículo, quando então conseguiu que fosse efetuada nova troca do bloco do motor em uma concessionária em Cuiabá. Na sequência, efetivou a regularização da documentação junto ao Detran. Porém, apesar de todo o esforço empreendido na regularização do carro, foi novamente impedido de vender o automóvel em razão de o novo bloco instalado conter dois números.

A questão foi analisada pela desembargadora Clarice Claudino da Silva, relatora do processo, ao avaliar que a falha na prestação dos serviços gera o dever de indenizar, tanto material quanto moralmente. "Não há como afastar a responsabilidade da fabricante do veículo automotor, o qual apresentou problemas ainda na garantia, tampouco da concessionária autorizada e revendedora, que efetuou a troca do bloco motor sem observar as regras do órgão de trânsito," justificou a magistrada.

O recurso de apelação cível não foi acolhido pelo órgão julgador por unanimidade.

Gazin - Até 20/09 - 02

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